*Da Redação Dia a Dia Notícia
O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) suspendeu a prisão domiciliar de Meirilane Silva da Silva, 21 anos, e determinou que a investigada permaneça em prisão preventiva por suposto envolvimento na operação que terminou com a morte do investigador do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), Luciano Carvalho de Sena. A decisão, assinada pelo desembargador Flávio Pascarelli, atendeu a recurso do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), que apontou a gravidade dos fatos e a falta de comprovação médica de uma gestação de risco para justificar a revogação do benefício.
Segundo o Ministério Público, a investigada foi presa em flagrante no dia 24 de julho durante investigação conduzida pela Denarc, voltada ao combate ao tráfico de drogas e à atuação de organização criminosa.
De acordo com a petição, a operação teve início após a interceptação de veículos no bairro Alvorada, quando um dos investigados teria reagido à abordagem policial, desencadeando o confronto que resultou na morte do investigador da Polícia Civil, Luciano Carvalho de Sena.
Na sequência das diligências, os policiais chegaram a um imóvel localizado no bairro Ponta Negra, onde, conforme a acusação, Meirilany foi encontrada guarnecendo uma residência utilizada como base operacional da organização criminosa.
Com isso, Meirilane permanecerá presa preventivamente até o julgamento do mérito do recurso. Conforme o MP-AM, ela é investigada por integrar organização criminosa ligada ao tráfico de drogas.
