*Da Redação Dia a Dia Notícia
O governador Roberto Cidade (UB) vistoriou, nesta quinta-feira, 25, as obras de modernização da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon) e do Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Coroado, em Manaus. As intervenções fazem parte do plano de reestruturação da rede estadual de saúde e têm como objetivo ampliar a capacidade de atendimento, reduzir o tempo de espera e oferecer mais conforto aos pacientes.
A agenda teve como objetivo acompanhar o andamento das intervenções que integram o plano de modernização da rede estadual de saúde, executado pelo Governo do Amazonas por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM). As obras buscam ampliar a capacidade de atendimento, reduzir o tempo de resposta aos pacientes e oferecer mais conforto e acessibilidade nas unidades.
Durante a visita, realizada no dia em que a FCecon completa 52 anos de fundação, o governador destacou a importância das melhorias.

“Vamos melhorar muito o conforto e o atendimento dos pacientes que precisam. Estou vindo in loco visitar todas as obras para que a gente possa dar celeridade e entregar o mais rápido possível. Seguiremos melhorando a estrutura de saúde não só em Manaus, mas em todo o Amazonas”, afirmou Roberto Cidade.
Na FCecon, as obras estão concentradas principalmente no ambulatório, considerado a principal porta de entrada da unidade. A reforma prevê a ampliação da recepção, que passará a atender de 228 para 261 pacientes, além da reestruturação de setores como o Serviço de Arquivo Médico e Estatística (Same), a farmácia ambulatorial e a sala de coleta do laboratório.
A unidade também passa por melhorias na área de quimioterapia, com adequações para ampliar a capacidade de atendimento e proporcionar mais conforto aos pacientes durante o tratamento. Além das mudanças estruturais, a instituição receberá nova comunicação visual e sinalização interna.

Já no SPA Coroado, a reestruturação contempla a ampliação da recepção e da sala de espera, reorganização do fluxo de atendimento, implantação de recursos de acessibilidade e a criação de duas salas para classificação de risco.
Segundo o Governo do Amazonas, as intervenções foram planejadas a partir do aproveitamento de espaços subutilizados, sem necessidade de ampliar a área construída, garantindo um atendimento mais humanizado, acessível e eficiente para a população.
