*Da Redação Dia a Dia Notícia
Meirilany Silva da Silva, de 21 anos, que está grávida e é investigada por envolvimento na operação policial que terminou com a morte do investigador do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), Luciano Carvalho de Sena, se apresentou à Polícia Civil nesta terça-feira, 28, em Manaus, após o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) revogar a prisão domiciliar e restabelecer a prisão preventiva.
De acordo com a decisão do desembargador Flávio Pascarelli, a substituição da prisão preventiva por domiciliar não se justificava apenas pela gestação. O magistrado considerou a gravidade dos fatos investigados, o contexto da operação que resultou na morte do investigador Luciano e os indícios de atuação da suspeita em uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas.
Conforme as investigações, Meirilany é apontada como responsável pela guarda e pela logística de distribuição dos entorpecentes apreendidos durante a ação policial. Na operação, foram encontrados cerca de 863 quilos de maconha, mais de 11 quilos de cocaína, além de munições, coletes balísticos e outros materiais supostamente utilizados pela organização criminosa.
A defesa da investigada ainda poderá recorrer da decisão, enquanto o mérito do recurso apresentado pelo Ministério Público do Amazonas segue em análise pelo Tribunal de Justiça.
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