As imagens mostram o grupo circulando pelos corredores da unidade e removendo cartazes com diferentes conteúdos. Em um dos vídeos, os integrantes afirmam ter recebido denúncias sobre o teor dos materiais antes de ir até o local. A retirada dos cartazes foi interrompida após um estudante questionar a ação, o que deu início a uma discussão. Em seguida, os envolvidos afirmaram nas redes sociais que teriam sido ameaçados durante o ocorrido.
O caso reacende o debate sobre os limites da atuação de terceiros dentro de instituições públicas de ensino. O Supremo Tribunal Federal (STF) já tem entendimento consolidado de que universidades públicas devem garantir a liberdade de expressão, o pluralismo de ideias e a livre manifestação de pensamento.
Até o momento, a Ufam não se manifestou publicamente sobre o caso, nem informou se haverá apuração interna sobre a situação.