*Da Redação Dia a Dia Notícia
O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, 34 anos, foi impedido de entrar nos Estados Unidos e não poderá atuar na Copa do Mundo 2026. Considerado um dos principais nomes da arbitragem africana, o profissional teve a entrada negada pelas autoridades migratórias americanas e precisou retornar à Turquia, de onde havia iniciado sua viagem.
Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, o profissional tentou ingressar em território norte-americano utilizando um passaporte diplomático após enfrentar dificuldades para obter um visto convencional.
No entanto, a documentação apresentada não foi aceita pelas autoridades de fronteira, que impediram sua entrada no país.
Após a recusa, Artan foi obrigado a retornar para a Turquia, local de origem de sua viagem.
Os motivos específicos para a negativa não foram detalhados pelas autoridades americanas.
A situação altera os planos da comissão de arbitragem da Copa, já que o somali havia sido selecionado pela Fifa para integrar o quadro oficial de árbitros da competição.
Destaque na arbitragem africana
Aos 34 anos, Omar Abdulkadir Artan vive um dos momentos mais importantes da carreira.
Em 2025, ele foi reconhecido como um dos principais árbitros do continente africano e chegou a receber premiações pelo desempenho em competições internacionais.
Sua convocação para a Copa do Mundo representava um marco para a arbitragem da Somália e consolidava sua ascensão no cenário esportivo internacional.
Fifa e governo americano não comentaram o caso
Até o momento, nem a Fifa e nem o governo dos Estados Unidos divulgaram posicionamentos oficiais sobre o episódio.
A entidade máxima do futebol ainda avalia se convocará um substituto para preencher a vaga deixada pelo árbitro somali.
O caso também reacendeu debates sobre as restrições migratórias enfrentadas por cidadãos de alguns países e os impactos dessas medidas em eventos esportivos internacionais.
