*Da Redação Dia a Dia Notícia
O senador Omar Aziz (PSD) afirmou que ainda é cedo para definir a composição de uma eventual chapa para 2026, mas não descartou a possibilidade de ter o deputado estadual Roberto Cidade (União Brasil) como vice. Ao comentar o tema, nesta quarta-feira, 04, Aziz adotou tom cauteloso e destacou que tem “grande respeito” por Cidade, a quem classificou como amigo e aliado político.
Ao falar sobre o parlamentar, Aziz destacou que mantém respeito e boa relação política com Roberto Cidade, lembrando que o deputado o apoiou na eleição ao Senado, em 2022. De acordo com o senador, a escolha de um parceiro de chapa não ocorre de forma imediata, mas é resultado de diálogo, alianças e avaliações construídas ao longo do tempo.
“Tenho um respeito muito grande pelo Roberto. Ele me apoiou, em 2022, para o Senado. Tenho uma relação muito boa, não só com ele, mas com a grande maioria dos deputados estaduais. Mas isso é uma construção, não é do dia para a noite que se escolhe um parceiro de chapa. É um processo em que tudo é possível. Não tenho absolutamente nada contra Roberto Cidade, que tem um potencial muito grande”, disse Omar.
O evento, que marcou a filiação de nomes como Saullo Vianna, Adail Filho, Arthur Virgílio Neto e Vanda Witoto ao MDB para disputarem vagas na Câmara dos Deputados nas eleições deste ano, contou com a presença do senador Eduardo Braga, líder do MDB no Senado e presidente da legenda no Amazonas, além do presidente nacional do partido, Baleia Rossi, do senador Marcelo Castro e do deputado federal Isnaldo Bulhões, lideranças de expressão nacional da sigla.
O ato representou um momento de mobilização e fortalecimento do MDB no Amazonas, com a oficialização de novas filiações e manifestações sobre o cenário político e os próximos desafios da legenda no estado.
A possibilidade de uma eventual composição com Roberto Cidade ganhou força após o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), afirmar que permanecerá no cargo até o fim do mandato, em 2027, descartando a saída antecipada.
Com a sinalização, o cenário sucessório passa a se redesenhar, abrindo espaço para novas articulações e alianças dentro do grupo político ligado ao União Brasil e a partidos da base aliada.
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