*Da Redação Dia a Dia Notícia
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado, 28, que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, teria morrido após um bombardeio atribuído a ações militares de Estados Unidos e Israel. A informação foi publicada em uma rede social e até o momento não há confirmação oficial por parte do governo iraniano.
O mundo voltou os olhos ao Oriente Médio neste sábado, 28, após o ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Os indícios de uma possível ofensiva ganharam força depois de os EUA esvaziarem suas embaixadas no país, o que acabou se confirmando horas depois.
Em um primeiro momento, o ministro da Defesa de Israel afirmou que a ação tinha como objetivo “eliminar ameaças” e denominou a ofensiva de “Operação Fúria Épica”.
O líder norte-americano disse esperar um diálogo pacífico entre as forças de segurança e os “patriotas” iranianos. Trump também afirmou que os bombardeios continuarão “durante toda a semana” ou “pelo tempo que for necessário”.
“Esperamos que a Guarda Revolucionária Islâmica e a Polícia se unam pacificamente aos patriotas iranianos e trabalhem juntos como uma unidade para trazer o país de volta à grandeza que ele merece […]. Os bombardeios pesados e precisos, contudo, continuarão ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”, declarou.
A mídia estatal iraniana confirmou neste sábado,28,a morte do aiatolá Ali Khamenei, informa a agência de notícias Reuters.
A morte foi divulgada pela agência Fars em seu perfil no X e no Telegram. “O líder supremo da Revolução foi martirizado”, dizem as publicações. Segundo o veículo, o gabinete de governo declarou 40 dias de luto nacional.
Segundo o texto, que descreve o acordo como “covarde”, Khamenei foi morto em seu local de trabalho, enquanto cumpria os seus deveres no escritório.
“Os meios de comunicação ligados ao regime sionista e à reação regional alegaram repetidamente que, por medo de assassinato, o Líder da Revolução vivia em um local seguro e escondido. Seu martírio em seu local de trabalho provou, mais uma vez, a falsidade dessas alegações e da guerra psicológica do inimigo”, completa a nota.
A agência também compartilhou o comunicado das Guardas Revolucionárias do Irã, que lamentou a morte. “O corpo de Guardas da Revolução Islâmica, as Forças Armadas da República Islâmica e o vasto Basij (milícia popular) continuarão poderosamente o caminho de seu guia para defender o precioso legado deste líder supremo e resistirão contra conspirações internas e externas, punindo exemplarmente os agressores da pátria islâmica”.
