Nos acréscimos da etapa final, a Argentina sofreu um duro golpe. O meio-campista Enzo Fernández recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso, deixando a equipe com um jogador a menos durante a prorrogação.
Com vantagem numérica, a Espanha passou a pressionar ainda mais o adversário e foi recompensada aos 16 minutos do segundo tempo da prorrogação. Após cruzamento na área, Nico Williams desviou de cabeça e encontrou Ferran Torres, que apareceu livre para finalizar e balançar as redes, marcando o gol que garantiu o bicampeonato mundial aos espanhóis.
Com a conquista, a Espanha volta a erguer a taça da Copa do Mundo após 16 anos. O primeiro título foi conquistado em 2010, na África do Sul, quando venceu a Holanda por 1 a 0, também na prorrogação. Desde então, a seleção espanhola não havia retornado a uma final do Mundial.
A campanha da equipe comandada pelo técnico Luis de la Fuente foi consistente do início ao fim. No mata-mata, a Espanha eliminou Áustria, Portugal, Bélgica e França antes de superar a atual campeã mundial na decisão.
Já a Argentina, que buscava o tetracampeonato após o título conquistado em 2022, encerra sua participação como vice-campeã, depois de eliminar Cabo Verde, Egito, Suíça e Inglaterra ao longo da fase eliminatória.