Manaus, terça-feira 26 de maio de 2026
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Edilson Damião se despede do governo de Roraima e promete seguir na vida pública após decisão do TSE

*Da Redação Dia a Dia Notícia 

Em nota oficial publicada nas redes sociais, nesta quinta-feira, 30, Edilson Damião (União Brasil) afirmou que deixa o cargo de governador por decisão alheia a sua vontade e aos 163 mil votos recebidos nas eleições de 2022, destacando que, ao longo de quase oito anos de gestão ao lado do ex-governador Antonio Denarium, contribuiu para avanços econômicos e institucionais em Roraima. Após 626 dias, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu o julgamento, que cassou o gestor estadual e impediu seu antecessor Antonio Denarium (Republicanos) de disputar eleições até 2030. Assim, Damião encerra como o gestor, eleito como vice.

“Deixo o cargo com a certeza de que, ao lado do ex-governador Antonio Denarium, transformamos Roraima para melhor. O nosso trabalho de quase 8 anos resultou em progresso econômico e harmonia institucional, avanços nunca vistos antes na história do nosso Estado”.

Denarium também utilizou as redes sociais para se pronunciar sobre a decisão do TSE. O político afirmou que irá recorrer sobre a decisão de sua cassação e pontuou que as eleições suplementares, para a escolha de um novo governador, será um momento de diálogo, reflexão e responsabilidade.

“Nos próximos dias, teremos definições importantes sobre as eleições suplementares, e esse será um momento de diálogo, reflexão e responsabilidade. O trabalho continua, Roraima segue em frente, cada dia melhor”.

Damião havia assumido o governo após a renúncia de Denarium (Republicanos), em março deste ano, e ficou no cargo por um mês. A cassação está ligada às eleições de 2022, quando ele era vice-governador na chapa eleita. Foram 6 votos favoráveis e um contra.

Nesta quinta-feira, 30, o TSE determinou a realização de eleições diretas, ou seja, quando a população vai às urnas para escolher um representante.

Edilson Damião é o segundo governador de Roraima a ter o diploma cassado pela Corte Superior. Antes dele foi Flamarion Portela, em 2004.

Nota

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