*Da Redação Dia a Dia Notícia
Um bebê de 1 ano e 6 meses saiu sozinho de uma creche em Braço do Norte, em Santa Catarina, na manhã de sexta-feira, 25, e caminhou cerca de 50 metros até o trabalho da mãe. O momento foi registrado em vídeo. Segundo a mãe, Naiara Vieira, o menino ficou sozinho por alguns minutos antes de ser encontrado por uma funcionária da empresa onde ela trabalha.
Nas imagens, o menino aparece andando sozinho pela rua. Ao tentar subir na calçada, ele chega a cair, mas se levanta e continua caminhando.
Durante o trajeto, veículos passam por uma rua próxima. Ao chegar ao trabalho da mãe, o bebê começa a bater na porta de vidro do estabelecimento.
Uma secretária percebe a presença da criança, verifica se havia algum adulto acompanhando o menino e, ao constatar que ele estava sozinho, o coloca no colo. Em seguida, a criança é levada para dentro da empresa e entregue à mãe.
À NSC TV, Naiara contou que deixou o filho na creche por volta das 7h20. Segundo ela, o bebê teria deixado a unidade pouco depois das 8h45.
“Poderia ter acontecido uma tragédia”, afirmou a mãe.
Creche estava em reforma
Segundo Naiara, a unidade de educação infantil estava passando por reformas e o portão permanecia aberto.
A mãe afirmou que o menino estava no parque da creche quando conseguiu sair do local.
Após o ocorrido, Naiara decidiu matricular o filho em outra creche, também próxima ao trabalho dela. Segundo a mãe, a criança foi bem recebida na nova unidade.
Secretaria abre sindicância
A Secretaria Municipal de Educação e Desporto de Braço do Norte informou que tomou conhecimento do caso e solicitou a abertura de uma sindicância administrativa para apurar as circunstâncias da saída da criança e verificar os procedimentos adotados pela unidade.
Em nota, a pasta afirmou que está adotando as providências cabíveis e que as medidas administrativas e legais pertinentes serão tomadas.
Por envolver uma criança e um procedimento ainda em andamento, a Secretaria informou que vai preservar as informações pessoais e a identidade dos envolvidos.
A Polícia Civil também deve investigar o caso.
