*Da Redação Dia a Dia Notícia
Após mais de duas décadas de atuação na Defensoria Pública do Amazonas (DP-AM), Péricles Júnior foi escolhido para assumir a Corregedoria-Geral da instituição nos próximos dois anos. A nomeação foi feita pelo defensor público-geral, Rafael Barbosa, a partir de uma lista tríplice definida em votação no último dia 23 de setembro, na qual recebeu nove votos. O novo corregedor ficará responsável por acompanhar e fiscalizar as atividades funcionais de defensores públicos e servidores, além de orientar a atuação dos integrantes do órgão.
O defensor ingressou na DP-AM por meio de concurso público e tomou posse em 2005. Ao longo de mais de duas décadas de carreira, participou da estruturação e da expansão dos serviços da instituição, tanto em Manaus quanto nos municípios do interior do Amazonas.
Ao comentar a escolha, Péricles Júnior afirmou que recebe a nova função com responsabilidade e agradeceu aos colegas pelo apoio durante o processo.
“Recebo com muita honra o compromisso de assumir a Corregedoria para o próximo biênio, ciente das responsabilidades e atribuições de tão honroso cargo. Expresso meus sinceros agradecimentos a todos os membros pela confiança e pelo apoio, oportunidade em que reafirmo o compromisso de atuar de forma transparente, ética, imparcial e alinhada aos valores fundamentais da nossa instituição. Aproveito para também agradecer e parabenizar a gestão anterior pelo trabalho desenvolvido e pelo notado crescimento do órgão correicional nos últimos anos”, declarou.
Atuação da Corregedoria-Geral
A Corregedoria-Geral é responsável por orientar e fiscalizar as atividades funcionais e a conduta de defensores públicos e servidores da instituição. Entre suas atribuições estão acompanhar a qualidade dos serviços oferecidos à população, verificar o cumprimento das obrigações profissionais e esclarecer dúvidas sobre os deveres previstos na Lei Orgânica da Defensoria Pública do Amazonas.
O trabalho inclui inspeções e correições ordinárias e extraordinárias nas unidades da instituição, além do recebimento de denúncias sobre possíveis irregularidades. Quando necessário, o órgão pode instaurar sindicâncias e processos administrativos disciplinares para apurar faltas funcionais e aplicar as sanções previstas em lei.
*Com informações da assessoria
