*Da Redação Dia a Dia Notícia
Mais de 1 milhão de mulheres em idade reprodutiva vivem no Amazonas, segundo o Censo 2022 do IBGE, e o cenário reforça a importância do acesso à informação sobre contracepção e planejamento reprodutivo. Diante disso, a Organon lançou uma campanha que terá ações em Manaus para ampliar o conhecimento sobre as opções contraceptivas disponíveis e incentivar a discussão sobre o tema com profissionais de saúde.
É nesse contexto que para o Dia Mundial da Contracepção, comemorado em 26 de setembro, a Organon realiza a campanha “O que mais tem para mim?”, que terá ações na comunidade Cidade de Deus, em Manaus.
A iniciativa pretende estimular mulheres a conhecerem as diferentes opções contraceptivas disponíveis e chegarem às consultas com mais informação e perguntas para conversar com seus profissionais de saúde. A campanha não busca indicar um método como o melhor, mas reforçar que a escolha deve considerar os planos, preferências e necessidades de cada pessoa, em conversa com um profissional de saúde.
“Quando falamos em planejamento reprodutivo, informação é uma parte fundamental da escolha. Queremos incentivar as mulheres a conhecerem suas possibilidades e a levarem suas dúvidas para a consulta, para que possam participar de uma decisão alinhada aos seus planos de vida”, afirma Tassia Ginciene, diretora de Relações Institucionais da Organon.
Entre as opções contraceptivas disponíveis está o implante subdérmico de etonogestrel, método reversível de longa duração que passou a fazer parte das opções disponíveis no SUS e também possui cobertura obrigatória na saúde suplementar dentro dos critérios estabelecidos pela ANS.
A campanha terá uma estratégia que combina conteúdo digital e presença física. Ao todo, serão 12 influenciadoras, entre elas Fabi Bubu, que faz conteúdo sobre família e maternidade, e a médica Maju Ferreira, além de sete influenciadoras do Digital Favela. No Amazonas, a iniciativa contará com cartazes instalados em cinco bares na comunidade Cidade de Deus, levando a discussão sobre contracepção para espaços de convivência e circulação cotidiana.
Para os profissionais de saúde, o conceito será adaptado para “O que mais tem para ela?”, com o objetivo de estimular a discussão sobre as diferentes opções contraceptivas disponíveis para as pacientes.
