*Da Redação Dia a Dia Notícia
Após a crise interna que sacudiu os bastidores da família Bolsonaro e as estruturas do Partido Liberal (PL), Flávio pediu desculpas a Michelle, que respondeu pedindo para os dois sentarem para “ajustar os detalhes” da reconciliação, na tarde de quinta-feira, 23. Na gravação publicada nas redes sociais, Flávio afirmou renovar o convite com Michelle para que eles caminhem “juntos na missão de defender o Brasil”.
“Michelle, renovo aqui o convite para caminharmos juntos na missão de defender o Brasil e honrar. O nosso maior líder, que é Jair Messias Bolsonaro, que enfrenta um momento extremamente difícil que exige de todos nós, desprendimento, humildade, coragem e espírito de união para honrar o seu legado. Eu tenho a convicção que a gente compartilha do mesmo objetivo, trabalhar por um Brasil mais seguro, próspero e cheio de esperança. As portas estão abertas”, disse Flávio Bolsonaro.
“O momento é difícil para todo mundo. Ninguém é perfeito, eu não sou perfeito e mais uma vez peço desculpas por alguns momentos que causaram desconforto. Como somos pessoas públicas, isso acaba sendo explorado pelos nossos opositores”, afirmou também o pré-candidato à presidência.
O parlamentar ainda contou que a missão em defesa do país tem como objetivo “honrar” o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Michelle também postou um vídeo nas redes sociais agradecendo ao pedido de desculpas do enteado:
“Recebi suas palavras com muita paz. Quero te agradecer por sua sinceridade. Todos nós cometemos erros, isso é humano, e o seu gesto de vir ao público para pedir desculpas tem muito valor e poucos homens teriam coragem de fazer isso”, disse.
A ex-primeira-dama afirmou que o seu propósito e o do senador são os mesmos e que o “bem do povo sempre foi maior do que desentendimentos”.
“Por isso, aceito o seu pedido. Eu te desculpo. Vamos sentar, vamos conversar, ajustar os detalhes e juntos vamos reunir um grande exército de pessoas de bem para resgatarmos o nosso Brasil”, afirmou.
O pedido de desculpas e o aceite de Michelle ocorrem quase um mês depois de a ex-primeira-dama ter publicado vídeos em que acusou o senador de tê-la desrespeitado.
