*Da Redação Dia a Dia Notícia
A Polícia Civil de São Paulo (PC-SP) identificou João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos, como o homem que retirou a câmera acoplada ao corpo de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas após a morte da jovem, ocorrida no último dia 13, durante um salto de rope jump em Limeira (SP). Maria Eduarda foi lançada sem a corda de segurança e morreu após cair de cerca de 40 metros. O suspeito foi preso temporariamente no último sábado, 21.
Segundo a Polícia Civil e o Ministério Público (MP), João Antônio teria retirado a câmera presa ao corpo da vítima logo após o acidente, fato que passou a ser investigado pelas autoridades.
Além dele, também foram presos temporariamente Evelyne dos Santos Gonçalves, de 43 anos, apontada como responsável pelo grupo que organizava os saltos, e Gabriel Barros Martins, de 30 anos. De acordo com o delegado Antônio Luís Tuckmantel, os três suspeitos são do estado do Rio de Janeiro (RJ).
Eles se juntam aos instrutores Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32 anos, Maicon Fernandes Cintra, de 42, e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27, que permanecem presos desde o dia da tragédia. Os três tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva e respondem por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de provocar a morte.
Na última sexta-feira, 20, a Justiça de São Paulo negou o pedido de habeas corpus apresentado pelas defesas de dois dos três instrutores presos.
Relembre o caso
Maria Eduarda morreu após cair de uma altura de aproximadamente 40 metros durante a prática de rope jump, no município de Limeira. Segundo as investigações, a corda que deveria estar conectada ao equipamento de segurança da jovem não foi presa e permaneceu enrolada na estrutura utilizada para o salto. As investigações também apontam que o grupo responsável pelos saltos não possuía empresa formalmente registrada.
