*Da Redação Dia a Dia Notícia
A atriz Alanis Guillen obteve na Justiça uma medida protetiva de urgência contra sua ex-namorada, Giovanna dos Reis Carvalho. Conhecida por interpretar Lorena Ferette em Três Graças, a artista recorreu à Lei Maria da Penha após relatar episódios de perseguição e ameaças. Segundo o pedido protocolado em 29 de abril de 2026, ela afirma que, desde o fim do relacionamento em março, a produtora teria passado a persegui-la e ameaçar expor aspectos de sua vida pessoal.
A informação foi divulgada pelo perfil “Segue a Cami” nas redes sociais e confirmada pelo jornalista Gabriel Vaquer, da coluna Outro Canal, do F5. Segundo a publicação, a atriz acionou a Justiça após o comportamento da ex se tornar preocupante desde o fim do relacionamento, em março.
Na denúncia, Alanis relata episódios de perseguição insistente, tentativas repetidas de contato, ameaças de exposição de sua vida privada e até comparecimento indevido à sua residência.
Ainda segundo o documento, a produtora teria procurado colegas de elenco da novela Três Graças em uma suposta tentativa de intimidação. Como parte das provas, foram anexadas mensagens, registros e testemunhos que, de acordo com a atriz, reforçam as acusações.
Após a repercussão do caso, internautas também resgataram publicações antigas, de 2012, em que Giovanna fazia comentários racistas e homofóbicos. A produtora, que tinha 14 anos na época, pediu desculpas publicamente.
“Eu era menor de idade, atravessada por questões psicológicas difíceis e por uma revolta interna que eu não sabia como lidar”, afirmou.
Diante das evidências apresentadas, a Justiça do Rio de Janeiro concedeu a medida protetiva com base na Lei Maria da Penha. Na decisão, assinada em 29 de abril, o caso foi enquadrado como violência psicológica, perseguição e constrangimento.
“A urgência é evidente, pois a reiteração das condutas descritas indica risco concreto de agravamento da situação, com potencial lesão à integridade psicológica, à privacidade e à tranquilidade da requerente” diz um trecho do despacho.
A decisão determina que Giovanna está proibida de manter qualquer tipo de contato com a atriz, seja por telefone, mensagens, redes sociais, e-mail ou outros meios. Também foi estabelecida uma distância mínima de 300 metros entre as duas, incluindo a residência, local de trabalho e outros ambientes frequentados por Alanis.
Além disso, a produtora não pode comentar publicamente sobre a atriz nem divulgar informações relacionadas à sua vida privada em qualquer meio, físico ou digital.
Procurada pelo jornalista, Giovanna afirmou que não pode comentar o caso. Já a assessoria de imprensa de Alanis Guillen não se manifestou até o momento.
