As oportunidades são destinadas a regiões consideradas prioritárias, com foco na ampliação do acesso à saúde em áreas de maior vulnerabilidade social. De acordo com o edital, a seleção reforça a política de equidade do SUS, com a ampliação de cotas, especialmente voltadas a comunidades vulneráveis, incluindo territórios indígenas.
Segundo o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, a iniciativa busca ampliar e reforçar a presença de médicos em regiões com maior déficit de profissionais. Atualmente, mais de 26 mil médicos integram o programa em todo o país.
“Esse programa de formação é fundamental para reduzir a falta de especialistas nas nossas cidades, sobretudo nas regiões que mais precisam. Por isso, sempre destaco que a inserção de profissionais no SUS potencializa a resolutividade da Atenção Primária e fortalece os fluxos assistenciais entre os diferentes níveis de atenção, qualificando o cuidado prestado à população”.
Do total de vagas, 1.351 serão destinadas a equipes de Saúde da Família (eSF), 75 a equipes de Consultório na Rua e 98 a Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Os profissionais selecionados irão atuar pelo período de 48 meses.
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