Segundo a Coluna do Cristo, a iniciativa surgiu como uma reação à fatalidade e evidenciou falhas na segurança do trânsito dentro de condomínios, sobretudo em locais com intensa circulação de moradores, como crianças e idosos. A proposta pretende reorganizar a dinâmica de circulação nesses espaços, dando prioridade aos pedestres e estimulando uma convivência mais harmoniosa e segura entre veículos e pessoas.
Entre as ações previstas estão a fixação de limites de velocidade; melhoria da sinalização interna; instalação de redutores e a demarcação de áreas com maior fluxo de pedestres. O texto também inclui a realização de campanhas educativas voltadas tanto para moradores quanto para visitantes.
Outro aspecto abordado é a atribuição de responsabilidade aos próprios condomínios pela organização do tráfego interno, com suporte técnico do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), que poderá orientar e acompanhar a execução das medidas.
A coluna ainda aponta que o projeto não deve implicar novos gastos diretos para os cofres públicos, já que aposta em um modelo colaborativo, baseado na conscientização e na adoção de práticas preventivas.
A proposta continua em análise na CMM e ainda precisa passar pelas comissões temáticas antes de ser levada à votação em plenário.
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