*Da Redação – Dia a Dia Notícia
Familiares e amigos do jovem Melquisedeque, assassinado na noite dessa quinta-feira (16), durante um assalto no ônibus de linha 444, se reuniram em frente à igreja onde o corpo está sendo velado na rua Glauber Rocha, no bairro Compensa, na zona Oeste, para protestar e pedir Justiça pela morte do jovem indígena.
Melquisedeque era indígena da etnia Sateré Mawé, natural do município de Manaquiri, mas estava em Manaus para trabalhar, e conseguiu seu primeiro emprego na empresa Bemol.
A manifestação começou em frente Associação das Mulheres Indígenas Sateré-Mawé (AMISM), na Rua São Marçal, bairro Compensa, zona Oeste de Manaus. Os manifestantes levaram faixas de justiça foram colocadas para cobrar agilidade das autoridades também no velório.

Em entrevista a portais de Manaus, o tio da vítima, identificado como Rucian Vilácio, Melquisedeque saiu de Manaquiri para procurar uma vida melhor para sua família.
“Ele fazia artesanato, a gente vivia disso no meio da pandemia. Essa oportunidade de trabalhar em uma empresa grande, de renome, deixou ele muito feliz. Ele estava realizado com essa oportunidade. Melqui trabalhou pra isso e esses sonhos foram tirados dele”, completou o tio.
