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Greve na Argentina faz Latam, Gol e outras aéreas cancelarem todos os voos para o país

Foto: Reuters/Augustin Marcarian/Direitos Reservados

*Da Redação do Dia a Dia Notícia 

A Latam, Gol e outras aéreas cancelaram os voos com destino e origem na Argentina devido a uma greve nesta quarta-feira (28). A paralisação é de funcionários da Intercargo, empresa estatal que presta serviços de rampa no país vizinho.

A Intecargo é responsável pela transferência de passageiros e suas bagagens, entre outras tarefas. Os pilotos e a APA, que representam os funcionários da Intercargo, têm a capacidade de interromper todas as operações do aeroporto.

Mais de 35 mil passageiros foram afetados pela greve que vem ocorrendo desde a meia-noite pelos sindicatos das companhias aéreas que prestam serviços de rampa e que forçou as companhias aéreas a cancelar cerca de 400 serviços em todo o país.

Somente a empresa de baixo custo Flybondi opera a partir do aeroporto internacional de Ezeiza, pois tem sua própria assistência de pista, assim como a American Airlines. Segundo comunicado, a Latam está oferecendo alternativas para os passageiros afetados por esses cancelamentos, que podem ser acessadas no menu Minhas Viagens (https://www.latamairlines.com/br/pt/minhas-viagens).

A companhia informou que todos os passageiros que desejarem alterar a data do voo podem fazer isso sem custo, remarcando a data por até um ano. A empresa também vai reembolsar os passageiros que não quiserem mais viajar devido à greve.

GREVE NOS AEROPORTOS DA ARGENTINA

Os sindicatos argentinos do setor aeronáutico — Associação do Pessoal da Aeronáutica (APA), Associação dos Pilotos de Linha Aérea (APLA) e Sindicato dos Quadros Superiores e Profissionais das Empresas Aerocomerciais (UPSA) — decidiram, na terça-feira (27), paralisar as funções durante 24 horas nesta quarta. A decisão visa pressionar as empresas do setor por um reajuste superior aos 12% já oferecido.

Com isso, as estatais Aerolíneas Argentinas e Intercargo foram forçadas a paralisar os serviços nesta data. As informações são do jornal argentino Clarín.

Segundo a apuração do periódico, ambas as empresas avançaram nas negociações com os sindicatos, mas, com o envolvimento do Ministério do Trabalho na questão, o progresso na conversa foi perdido.

“O mínimo que propusemos foi que nos dessem o mesmo que deram à UPCN, 16% em janeiro e 12% em fevereiro. Não pedimos nada além disso”, detalhou o secretário-geral da UPSA, Rubén Fernández, ao Clarín.

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