*Da Redação Dia a Dia Notícia
Na abertura do Bioeconomy Amazon Summit (BAS) 2025, nesta quarta-feira (30), em Manaus, o governador do Amazonas, Wilson Lima, afirmou que a bioeconomia é a principal estratégia do estado para promover um modelo de desenvolvimento sustentável e inclusivo. O evento ocorre no Centro de Convenções Vasco Vasques.
“O evento é uma ponte entre quem sonha e quem faz. É fundamental garantir que os benefícios da bioeconomia cheguem a quem mais precisa, especialmente aos povos da floresta”, destacou o governador Wilson Lima durante a abertura do Bioeconomy Amazon Summit (BAS) 2025, ao reforçar o compromisso do Estado com investimentos em ciência, tecnologia e inovação.
A edição deste ano do BAS é promovida pelo Pacto Global da ONU – Rede Brasil, em parceria com a gestora de fundos KPTL. O evento reúne lideranças amazônicas, investidores e empreendedores do Brasil e do exterior, com uma programação que inclui painéis temáticos, rodadas de negócios e exposições de produtos ligados à bioeconomia. Mais de 140 startups participam da feira de negócios, consolidando Manaus como um polo de inovação na região.
Estiveram presentes na solenidade nomes como o deputado estadual Adjuto Afonso; o diretor financeiro do Pacto Global, Rodrigo Favetta; o CEO da KPTL, Renato Ramalho; a coordenadora da Jornada Amazônia, Janice Rodrigues; o chefe da Representação do Governo do Amazonas em São Paulo, Alfredo Lins; e o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Serafim Corrêa.
Entre 2019 e 2024, o Governo do Amazonas destinou mais de R$ 730 milhões a iniciativas nas áreas de ciência, tecnologia e inovação. Desse montante, R$ 33 milhões foram aplicados diretamente em projetos voltados à bioeconomia e à tecnologia verde, beneficiando mais de 250 iniciativas em todo o estado.
Um dos marcos dessa política é a construção do inédito Plano Estadual de Bioeconomia, elaborado com participação popular nos 62 municípios do Amazonas. O documento será apresentado na COP30, em Belém, e tem como objetivo fortalecer as cadeias produtivas locais e valorizar os saberes tradicionais da floresta.
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