Em novembro, o INSS passou a exigir biometria digital apenas para novos pedidos de benefícios, sem impacto para quem já recebe. Nesta fase, a regra vale para solicitações de aposentadorias e pensões, com uso da biometria da CIN, da carteira de motorista ou do título de eleitor.
A partir de 1º de maio, a biometria também será obrigatória para novos pedidos de salário-maternidade, benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) e pensão por morte. Quem não tiver biometria em nenhum desses documentos precisará emitir a CIN, embora as biometrias do título de eleitor e da CNH sigam aceitas até 2028.
Somente em 1º de janeiro de 2028 a CIN será o único documento exigido para pedidos e manutenção de benefícios do INSS.
Manutenção de benefícios
Aposentados, pensionistas e beneficiários ativos não precisam tomar providências agora. A atualização será gradual, sem bloqueio automático de pagamentos. Caso seja necessária a biometria de algum beneficiário, o INSS fará contato prévio e individual.
Exceções
A exigência será flexibilizada para:
- Pessoas com mais de 80 anos;
- Pessoas com dificuldade de locomoção por motivo de saúde;
- Moradores de áreas de difícil acesso, como comunidades ribeirinhas;
- Migrantes, refugiados e apátridas;
- Residentes no exterior.
Cronograma
- Novembro de 2025: biometria obrigatória para novos pedidos (CIN, CNH ou título de eleitor);
- 1º de maio de 2026: quem não tiver biometria nesses documentos precisará emitir a CIN;
- 1º de janeiro de 2028: apenas a CIN será aceita.
Recomendação do instituto
O INSS orienta que os cidadãos emitam a CIN o quanto antes para evitar filas futuras e reforçar a segurança dos dados.