Outubro está às portas e junto com ele vem as eleições. Um momento importante para a nossa democracia. Diante desse cenário de decisão política ficam cada vez mais intensificados os sentimentos e emoções das pessoas. Sentimentos que, dependendo de como são tratados, podem trazer benefícios ou prejuízos.
Antes de mais nada, meu objetivo não é falar sobre política ou candidatos, muito menos tomar qualquer partido. Meu foco aqui está em trazer uma reflexão e depois um conselho prático para você que, assim como eu e muitos brasileiros, podem usar a inteligência emocional a nosso favor diante dessa competição eleitoral.
Ao entrarmos em qualquer rede social, é muito comum vermos debates e discussões, apreciação e depreciação de figuras políticas. A postura que alguns tomam ao falar de política chega a ser lamentável e outras beiram a irracionalidade. Brigas, discussões, xingamentos e até ameaças viraram coisa comum. Por causa de discussões políticas muitas amizades acabam, famílias ficam divididas, parentes passam a se detestar.
O fato é que, esses abalos emocionais e de comportamento não acontecem porque a política é o problema. Não, o problema não é a política, não importa o quanto nossos políticos nos decepcionem. A realidade é que a falta de inteligência emocional é que leva as pessoas a tomarem comportamentos inadequados. A forma como nós conduzimos nossas emoções é o ponto principal e isso fala mais a respeito da nossa saúde mental do que da situação, e isso vale para política e qualquer coisa na nossa vida.
Nesse ponto, uma auto reflexão é válida. Reflita em como você tem lidado com suas emoções. Você reage bem a alguém que tem um ponto de vista diferente? Já teve algum tipo de prejuízo em seus relacionamentos por uma má gerência da sua inteligência emocional? Dependendo da sua resposta talvez seja necessário uma ajuda, uma abordagem terapêutica como terapias focadas em controle emocional são excelentes nesses casos.
Por fim, aqui vai uma dica: Evite estresse, respeite opiniões diferentes da sua, converse com educação e se afaste daquelas pessoas “barulhentas demais“ para uma conversa civilizada. Lembre-se, na eleição da vida, o candidato mais importante é você.

