O eclipse solar anular acontece quando a Lua está em um ponto mais distante da Terra e, por isso, aparenta ser menor do que o Sol. Durante esse alinhamento, parte da luz solar permanece visível ao redor do satélite natural, formando um anel luminoso no céu. Segundo dados astronômicos, a fase máxima do fenômeno ocorre por volta de 12h12 (aproximadamente 9h12 no horário de Brasília), com duração total de algumas horas entre o início e o término das fases parciais.
A faixa onde o ‘anel de fogo’ poderá ser visto por completo passa por uma área limitada da Antártida. Já o eclipse parcial poderá ser observado no extremo sul da América do Sul e em partes da África. Em grande parte do planeta, incluindo o Brasil, o fenômeno não será visível diretamente, podendo ser acompanhado apenas por transmissões ao vivo.
Cuidados e esclarecimentos
O eclipse não provoca escuridão total e não representa perigo para a Terra. O principal cuidado necessário é evitar olhar diretamente para o Sol sem proteção adequada, como óculos específicos para eclipse. Nos últimos dias, o fenômeno ganhou destaque após publicações nas redes sociais associarem o evento a um suposto “apagão global”. No entanto, cientistas reforçam que eclipses solares são eventos naturais previsíveis e estudados há muitos anos.
Além do eclipse anular de fevereiro, 2026 terá outros eventos astronômicos importantes, incluindo um eclipse solar total previsto para agosto.