*Da Redação Dia a Dia Notícia
Os ânimos voltaram a esquentar no BBB 26, na tarde desta quarta-feira, 25, quando um convite para o almoço desencadeou uma nova discussão entre participantes e terminou com uma declaração de Solange Couto que rapidamente repercutiu nas redes sociais. O conflito começou após Samira avisar que havia separado o prato da atriz.
A conversa mudou de tom quando Solange afirmou que não iria comer, o que foi interpretado como uma crítica por Samira, aumentando o clima de tensão. Babu Santana entrou no embate e voltou a ironizar Ana Paula Renault, com quem já havia discutido mais cedo, sugerindo que havia quem quisesse controlar a rotina dos participantes.
Com os ânimos exaltados, os brothers passaram a trocar acusações entre os grupos, elevando o nível das falas. Solange criticou o que chamou de “malícia” nas atitudes dentro da casa e adotou um tom mais agressivo durante a discussão. Em meio ao confronto, a atriz fez uma declaração considerada polêmica pelo público, que rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais. “Eu nasci do prazer, não nasci do est*pro, não. Vai pra p*rra! A pessoa quando é infeliz assim é infeliz porque deve ter nascido de trepada mal dada, sarro de trem”.
“83 mil casos em um ano, 227 vítimas por dia, 9 vítimas por hora, um estupro a cada 6 minutos. Isso foi gravíssimo. O pior é a frase vir de uma mulher. Samira merece respeito”, disse.

Ainda nesta quarta-feira, a equipe da participante Samira se pronunciou após as falas pesadas de Solange Couto contra a sister. “É lamentável assistirmos a comentários que associam a origem de uma pessoa a um julgamento moral ou de caráter. Nosso papel, como equipe da Samira, é reforçar que essa informação não é verídica. Porém, para além disso, é importante lembrar que esse tipo de fala fere não apenas quem foi diretamente citada, mas também milhares de pessoas que carregam histórias marcadas por violência e que, ainda assim, constroem suas trajetórias com dignidade e coragem”, começa a nota.
“Vivemos em um país onde a violência sexual é uma realidade com dados alarmantes. Segundo o Ministério da Justiça, em 2025, o Brasil registrou um estupro a cada 6 minutos. Diante desse cenário, reduzir ou estigmatizar alguém a partir de uma narrativa de violência é reforçar preconceitos e perpetuar dores que deveriam ser combatidas com empatia, responsabilidade e informação”, continua.
Em seguida, destacou o papel da sociedade contra as práticas de feminicídio. “Todos temos um papel fundamental na prevenção e no enfrentamento da violência contra a mulher. É dever coletivo promover respeito, acolhimento e consciência, para que possamos avançar rumo a uma sociedade mais justa, segura e igualitária, onde nenhuma história de violência seja usada como instrumento de julgamento ou exclusão”, diz.
“Repudiamos qualquer fala que normalize, minimize ou instrumentalize a violência sexual como forma de ataque ou desqualificação. Este debate público deve ser feito com responsabilidade, sensibilidade e compromisso com a dignidade humana”, concluiu.
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