*Da Redação Dia a Dia Notícia
A advogada Giselle Falcone criticou a nova suspensão da eleição da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), nesta quinta-feira, 09, para formação da lista do quinto constitucional destinada à vaga de desembargador. Em manifestação pública, ela afirmou que a interrupção do processo pela segunda vez levanta dúvidas sobre os motivos das paralisações e reforça a necessidade de maior transparência.
Segundo a advogada, as suspensões têm ocorrido justamente quando a votação se aproxima, o que, na avaliação dela, gera desconfiança entre os profissionais da advocacia. Ela criticou o que chamou de falta de clareza nas decisões e questionou até que ponto as justificativas apresentadas podem ser consideradas cautelosas ou legítimas.
“Faz escuro e de novo suspender a eleição do quinto constitucional. Duas vezes não é mais coincidência. Quando a votação começa a se aproximar, o processo para”.
Giselle Falcone também defendeu a importância da participação da advocacia no processo eleitoral, ressaltando que o direito ao voto não deve ser adiado ou condicionado a interesses específicos. Giselle Falcone reforçou a importância do voto e criticou possíveis interferências no andamento da eleição:
“A advocacia não pode ficar assistindo isso calada. Nosso voto não pode ser empurrado, adiado, travado, até ficar conveniente para alguns.”
A advogada levantou dúvidas sobre quem se beneficia com a paralisação do processo, reforçando que eleições devem ocorrer com transparência e regularidade.
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