Com dezenas de participantes unidos à mobilização, os participantes avançaram em direção à CMM e também passou pela ALE-AM, onde os manifestantes cobram posicionamento de vereadores e deputados sobre a proposta.
Segundo a categoria, o projeto é prejudicial por prever remuneração de R$ 14 por hora apenas durante corridas ativas, o que na avaliação dos trabalhadores, pode não enquadrar o tempo de espera entre chamadas, resultando em prejuízos à classe trabalhadora. Os manifestantes também criticam pontos do texto que tratam as plataformas como intermediadoras de serviço e permitem a retenção de até 30% do valor das corridas.
O Projeto de Lei nº 152/2025 é de autoria do deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE) e enfrenta múltiplas resistências entre os profissionais do setor, que apontam impactos na renda e nas condições de trabalho.
A proposta chegou a ter votação prevista para esta terça-feira, dia 14, mas foi retirada da pauta na noite anterior, a pedido do líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE). As manifestações devem se estender ao longo do dia, com os trabalhadores em busca de diálogo com o poder público.