*Da Redação Dia a Dia Notícia
Uma criança de 7 anos é mais uma vítima fatal do naufrágio ocorrido no Encontro das Águas, em Manaus, nesta sexta-feira, 13. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), a vítima foi levada ao Pronto-Socorro da Criança da zona Leste, mas já chegou à unidade sem sinais vitais. Essa é a segunda morte confirmada no naufrágio. A primeira vítima fatal foi uma mulher ainda não identificada.
Em nota, a SES-AM afirmou que atua de forma integrada com o Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) durante a ocorrência. A secretaria também informou que toda a rede estadual de saúde foi colocada em prontidão para receber pacientes, conforme previsto no Plano de Contingência para atendimento às vítimas do acidente.
Conforme informações, a embarcação tinha aproximadamente 72 ocupantes, quase todos foram resgatados com vida. Os sobreviventes foram levados ao porto conhecido como Roadway, no Centro da capital, e encaminhados posteriormente a unidades de saúde para avaliação e atendimento médico.
Essa é a segunda morte confirmada no naufrágio. A primeira vítima fatal foi uma mulher ainda não identificada, que morreu após o acidente envolvendo a lancha Lima de Abreu XV, registrado na tarde de sexta-feira (13). A embarcação seguia de Manaus para Nova Olinda do Norte quando virou, deixando passageiros à deriva.
O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBM-AM) informou que 25 bombeiros, três lanchas e oito viaturas foram mobilizados, além de uma lancha da PM e ambulância do Samu, para atuar no resgate. A ocorrência ainda está em andamento e mais informações sobre vítimas e feridos serão divulgadas assim que concluído o atendimento.
A empresa Lima de Abreu Navegações, responsável pela embarcação, emitiu nota lamentando o acidente e informou que a lancha estava com documentação regular e em conformidade com normas de navegação. A companhia afirmou estar colaborando integralmente com as autoridades e oferecendo suporte às vítimas e familiares.
A Marinha do Brasil, por meio da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental, também atua no local com equipe de resgate e aeronave sobrevoando a área, fiscalizando normas de navegação e garantindo a segurança dos passageiros.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre as causas do naufrágio. As investigações seguem em andamento.
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