Em nota, os advogados de Silvia Magnani, suposta ex-companheira de Miguel, que também está na disputa pela herança, afirmaram que receberam a decisão com “profunda preocupação” e destacaram que ela manteve relacionamento com Miguel por mais de uma década. A defesa também questiona a legitimidade de Suzane para exercer a função de inventariante. Com a nomeação, Suzane passa a ser a responsável legal pela administração e representação do conjunto de bens, direitos e obrigações deixados pelo tio durante o processo de inventário.
Contestação
As advogadas de Silvia Magnani sustentam que a nomeação ocorreu de forma prematura, antes do encerramento do prazo para apresentação de documentos que comprovariam a existência de união estável entre ela e o falecido.
Segundo a defesa, caso a união seja reconhecida judicialmente, Silvia passaria a ter prioridade ou participação direta na sucessão patrimonial, o que poderia invalidar a gestão atualmente atribuída a Suzane.
Em manifestações anteriores, a defesa de Silvia também mencionou o histórico penal de Suzane e apontou atitudes adotadas após a morte do tio, como a soldagem de portões da residência e a retirada de um veículo sem autorização judicial. Para os advogados, essas ações poderiam representar risco à administração isenta e segura do patrimônio deixado pelo falecido.
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