*Da Redação do Dia a Dia Notícia
“Hoje foi um dia de morte.” Foi assim que o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, se referiu ao ataque com explosivos que abalou a cidade de Cali e ao abate de um helicóptero da polícia em Amalfi, no Departamento (Estado) de Antioquia, ocorridos nessa quinta-feira (21), deixando pelo menos seis civis e 12 policiais mortos, respectivamente, segundo as autoridades locais.
Na ausência de um balanço definitivo, a prefeitura de Cali informou que pelo menos 65 pessoas ficaram feridas no ataque a bomba.
O presidente vinculou este ataque e o de Antioquia a dissidências das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
“Após a derrota da coluna Carlos Patiño, com a perda de grande parte do Cânion Micay, temos uma reação terrorista em Cali”, escreveu Petro no X (antigo Twitter).
Antes, na mesma rede social, o presidente atribuiu o ataque ao helicóptero policial à Frente 36 do Estado-Maior Central (EMC).
Nenhum desses grupos armados assumiu a autoria dos ataques.
Os incidentes aconteceram em meio a repetidos questionamentos sobre a política de “paz total” de Petro. Vozes da oposição associam essa política, que prometia mais diálogo e conciliação com grupos armados, à deterioração da segurança na Colômbia que, embora não esteja nos níveis de décadas atrás, afeta a percepção dos cidadãos.
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*Com informações do G1
